sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Indo além de Mitologia Grega: o ressurgimento dos jogos olímpicos



Muitos séculos depois de seu desaparecimento, assistiu-se na França o ressurgimento das olímpiadas.
O principal responsável por esse fato um educador francês, Pierre de Fredi, barão de Coubertin. Ele não mediu esforços para convencer várias nações de que a realização periódica de competições internacionais traria benefícios sociais a todos participantes. Coubertin acreditava que o brilho da Grécia antiga devia-se, em grande parte, à importância que os gregos davam no esporte.
Convencido da dificuldade de se fazer justiça durante as competições, o barão adotou a frase que se resume em o "espírito olímpico": o essencial não é vencer, mas competir com lealdade.
Assim, na Grécia, onde as olimpíadas foram realizadas primeiramente, aconteceu o seu ressurgimento, nos dias entre 06 e 15 de abril de 1896, com a participação de 13 países e 311 atletas, todos do século masculino.
Para a realização do evento, construiu-se um estádio em mármore e, durante os dez dias de competição, disputaram-se provas de levantamento de peso, esgrima, tênis, ginástica artística, natação (em mar aberto), tiro ao alvo, ciclismo, lutas e várias provas de atletismo.


sábado, 25 de agosto de 2012

Apolo (ou Febo) - Primeira Parte


Apolo lançando flechas contra os gregos

Filho de Júpiter e de Latona, irmão gêmeo de Diana, Apolo ou Febo nasceu na ilha de flutuante de Delos, que a partir desse momento ficou estável e imóvel pela vontade do jovem deus ou pelo favor de Netuno. Desde a adolescência, tomou sua aljava e as terríveis flechas e se vingou da serpente Píton que tão obstinadamente perseguira a sua mãe.
A serpente foi morta, esfolada, e a sua pele serviu para cobrir a trípode sobre a qual a Pitonisa de Delfos se sentava para proferir os seus oráculos.
Com uma face radiante de beleza, uma cabeleira loira que lhe caía em anéis graciosos sobre os ombros, de um talhe alto e desenvolvido, de uma atitude e de um andar sedutores.
Apolo amou a ninfa Coronis que o tornou pai de Escápulo.
Esse filho de apolo, que sobressai na Medicina, tendo usado segredos de sua arte para ressuscitar Hipólito, sem o consentimento dos deuses, foi fulminado por Zeus.
Apolo, furioso, trespassou com as flechas, os Ciclopes que haviam forjado o raio. 
Por essa vingança, considerada um atentado, Apolo foi expulso do Olimpo. Exilado do céu, condenado a viver na terra, refugiou-se  em casa de Admeto, rei da Tessália, cujos rebanhos guardava.
Tal era o encanto que exercia em torno de si nos campos, tão numerosos, os divertimentos com que embelezava a vida bucólica, que os próprios deuses ficaram com ciúme dos pastores.

Referências
Mitologia Grega e Romana - P. Commelin